quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007

Get a life

Eu entendo que a vida é quase como um barco: você vai direcionando ele e isso te faz ter experiências diversas. Ir para um lugar, pode eliminar outro. Isso não é bom nem ruim, só faz vivermos coisas diferentes. Sempre penso o que foi que me levou a fazer dois anos de rádio e tv a não ser para conhecer algumas pessoas. Fiz grandes amizades, vivi momentos que nunca mais vou esquecer. Quando lembro daqueles anos, um verniz de felicidade toma conta das imagens.

Uma das primeiras pessoas a entender a minha inquietude perante o mundo foi a Isabel. Éramos uma dupla implacável na faculdade. Assim como eu era uma dupla implacável com a Marina.

Ficamos um bom tempo sem nos encontramos e quando eu estava indo fazer o curso da Ceia Italiana (em novembro de 2006), não sei por que, liguei pra ela. Curiosamente, enquanto falava conversávamos, vi passar um ex-professor nosso e um colega de classe.

Fiz o curso, fiz a ceia no reveillon e ela foi com a Vanda passar o ano novo em casa.
Hoje, conversando com ela no messenger, ela me disse que fez um texto logo depois da nossa conversa. Sem palavras.

"Fato consumado"


Hoje, naqueles vinte minutos em que você ligou no meu celular, essa coisa tão tecnológica que liga pessoas e bons momentos. Tive pensamentos sobre o mundo que nos cerca, sobre a solidariedade, sobre estar tão viva diante de uma humanidade que caminha. Todas essas sensações sempre nos acompanharam, em algum tempo, que não tínhamos compromissos tão sérios e que nos deixavam deselegantes para um monte de babacas preconceituosos. A troca de conhecimentos, sem distância de gerações, incomodava muitos.

Eu queria que você soubesse...era eu, de verdade, em plena felicidade de ter encontrado um companheiro tão querido e italiano demais. Era tão bom, que supria todas as necessidades que eu tinha de falar, ser ouvida e orientar meus sonhos para esse futuro que não é tão estruturado economicamente, mas estruturado nos ideais culturais e de soltura da matéria. Com você sempre tenho a sensação que o mundo está em nossas mãos e precisa ser mudado. Uma coisa meio anárquica, meio de
bochada. Uma maneira de ver e sentir melhor, pois não podemos ser ridículos e nem reprimidos. Assim, imaginaremos a sensibilidade como um fator complementar, para tudo que precisa ser entendido com bom humor.

Sua filosofia, seu apetite certeiro, seus olhares e sorrisos, são boas lembranças para os meus dias de tédio. Aquela vontade de ver o novo permanece continuamente. E isso me dá um tesão de viver imenso. Você continua sendo o pai do filho que eu não tive e o homem da minha vida. Adoro sua falta de proteção e sua força em me libertar. Pau nos caretas! Bom lanche! Boa "Vita"!

Juarez

Nem me lembro mais da primeira vez que fomos no bar Juarez. Aliás, nem tinha esse nome quando começamos a ir lá. Eu sempre quis que a minha turma tivesse um Peach Peach, o bar que o pessoal da série Barrados no Baile se encontrava. Durante um tempo foi o Beverlly Hills, depois o Venice, o Planeta Cerveja, Rotatória e por fim o Juarez. Esse tem sido o bar mais constante nas nossas vidas. Não é o meu preferido, mas gosto de ir com os amigos lá. Faz um tempo que não vamos constantemente, mas, durante a passagem da Carol por Sampa, fomos num domingo lá.

A visita foi registrada em tom sépia pelo celular da Fê. Nice pix.

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007

Ansiedade

Uma das minhas bandas prediletas, The Eternals, lançou disco novo e vem pra cá esse ano.
Abaixo, a letra de High Anxiety - que eu recebi diretamente do Damon, o vocalista. Um clássico.

High Anxiety

Anxiety yeah its getting me nowhere
and its fucking up my day
and its messing up my place.
Keep the pressure on
until theres explosions.
And its fucking up my day
and its messing up my place.

Can you believe that its me feeling this way
hallucinations seem easy
paranoia seems lazy
but this high anxiety
is driving me crazy
and its fucking up my day
and its messing up my face.

I concede to deepest devotion
to a painful emotion
what a terrible time.
Incomplete but deep as the ocean
what a terrible notion
what a terrible crime

What is love?

Absolutamente um clássico no Darta Jones!

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007

Xadrez

Se o povo daquele triângulo do BBB for esperto, eles votam todos na Analy nesse domingo. Só assim eles conseguiriam sair imunes do paredão. O Alberto deve indicar o Diego e a Flávia vota na Analy. Se os 3 votarem na DJ, ela somaria 4 votos. Essa tática só daria errado se todo o resto da casa combinar voto e colocar a Fani ou Siri no paredão. Vamos esperar!

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2007

Ritmo de festa

Certa vez eu ouvi a seguinte definição de pessoas que estavam na mesma sala que eu no meu cliente de Jundiaí:
- em barzinho tem que rola rock ou mpb
- reggae nunca é legal
- na piscina o legal é ouvir axé
- e no churrasco o bacana é pagode

Vi eu vi

A diretoria da Mocidade viajou e tirou a Viviane Araújo do cargo de madrinha da bateria. A Mancha Verde e a Vila Isabel acolheram a musa.
Abaixo, ela na quadra da escola e na avenida.

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2007

bed

Tem dias que o melhor a se fazer é ficar na cama.

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007

The Ethernals

Silhouette

Always the way as the setting sun.
So far away motion has begun sudden, sudden, sudden.
So far away, when we both were one.
Follow the day, close your eyes then open

Sudden, sudden, sudden
Everything thing we had and more.
Dont disappear and dont let go.
Make your way across the floor.
Remember me and dont you go
Sudden, sudden, sudden
Sole desire, soul inspire

terça-feira, 13 de fevereiro de 2007

Não religião

A notícia do dia é: Bad Religion em abril no Brasil.

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007

FM

Fm é phoda! Parece haver uma competição entre as rádios pop pra ver quem toca a mesma música mais vezes no mesmo dia. Num percurso de 25 minutos eu ouvi 3 (sim, TRÊS) vezes a música 'Fergalicious' da Fergie. Eu até acho a música bacana, mas no repeat involuntário não rola.


sexta-feira, 9 de fevereiro de 2007

Sexta

Nada como terminar a sexta feira com um som fodido do Balkan Beat Box.

E!

Só pode ser E .

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007

agulha

Quero um desse!

villanueva de la cañada


Minha dear friend Fernanda está nessa cidade aí! Acho que com um pouquinho mais de neve...

Talking Heads

Depois de anos descobri que essa música é do Tom Tom Club. Que vacilo...

terça-feira, 6 de fevereiro de 2007

Kassablândia

Eu não quero mais morar numa cidade que tem um prefeito tão filho-da-puta.



Fora, isso e isso!

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007

é festa

Semaninha de aniversários:
- quinta, no Milo, niver da Ana Antonioli
- sexta, no Glória, niver do Edu Corelli

Psycho Circus

Eu acredito piamente na política de pão e circo. Na boa, tem coisa melhor do que estar de barriga cheia e se divertir? Na minha opinião, não. Para garantir o circo, precisamos de personagens públicos que nos divirtam. Narcisa Tamborideguy é uma delas. O que muitos chamariam de fútil, eu chamaria de necessária. Nesse vídeo auto-explicativo você entenderá por que.

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2007

Marcelo Pereira*

Chico Science no caleidoscópio
Publicado em 02.02.2007

Ainda me lembro perfeitamente quando a má notícia chegou. Estava no bar Turma da Rua, na Torre (já não existe mais, uma pena), na festa do primeiro aniversário de meu sobrinho, João Victor, quando o telefone tocou. O experiente jornalista Roberto Tavares, então diretor-adjunto de Redação, perguntava se eu poderia ir urgentemente ao jornal. Fiquei espantado. Ele disse secamente: “Acabamos de saber que Chico Science morreu”. A pancada foi forte. Um nocaute. Respirei fundo e fui. Impossível esconder a emoção. A caminho do JC, um turbilhão de lembranças: Chico Science chegando pela primeira vez à Redação pedindo para publicar a primeira notícia sobre o mangue, as primeiras conversas, a viagem para Sampa, a estréia no Aeroanta, os papos e biritas no Cantinho das Graças e no Panquecas de Boa Viagem, a emoção de ver os primeiros shows ainda mambembes, a tensão e euforia do Abril pro rock...

E eis que dez anos se passaram sem o mangueboy, malungo sangue bom. As boas recordações ainda persistem, passam num caleidoscópio. Experiência sensorial única: ouvir os primeiros discos de Chico Science & Nação Zumbi de olhos fechados e no escuro. E aí, respirar fundo e sentir a sensação do dever cumprido por haver estendido as mãos ao sonho de fincar a antena parabólica na lama dos mangueboys.


*Marcelo Pereira é editor de cultura do Jornal do Commércio (PE).

10 anos

Triste. Muito triste.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007

Come eu

Na Índia pattoli é o nome de duas comidas: uma salgada e outra doce. A grafia muda em alguns casos (patholi, patoli) mas pelo visto todas estão corretas.

Salgado

Patoli is a traditional Andhra dish and is very tasty and healthy.Today's recipe is made with french beans and lentil(bengal gram,senaga pappu) and goes well with rice and rotis.I have used french beans in this dish today but you can substitute it with either okra,cluster beans,cabbage or raw banana.

1 cup of chopped beans(cut into 1" pieces and boiled in salted water)
1 big onion chopped
2 green chillis slit length wise
10 curry leaves
1/2 mustard seeds
1 tsp urad dal(minapappu,black gram)
1 1/2 tsps jeera
2 whole dry red chillis
1" piece ginger
1 cup channa dal(senaga pappu,bengal gram)soaked in water for 2 hours
1/3 tsp turmeric
pinch of asafoetida
salt

Grind the soaked channa dal with ginger,dry red chillis,1 tsp cumin seeds and salt to a coarse texture without adding water.
Heat 1 tbsp oil in a wide vessel and add mustard seeds and let them splutter.
Now add 1/2 tsp cumin seeds,urad dal,asafoetida and curry leaves and fry for 10 seconds.
Now add the green chillis and onions and fry till transparent.Add turmeric pwd.
Now add the boiled french beans and fry for 3 minutes.
Now add the ground channa dal and mix well and cover and cook stirring once in a while for 10-12 minutes.
The Patoli should have a fry powder-like texture.

This goes very well with hot rice and a dash of ghee.Tastes best when eaten hot!


Doce

Category:
Desserts
Style:
Indian
Special Consideration:
Vegetarian

Description:
A sweet coconut mix wrapped in turmeric leaves and steamed, it is a Konkani favorite!


Ingredients:
Ingredients Quantities
Semolina (rawa) 1/2 kg
Turmeric leaves 40-50
Coconut (grated) 1
Jaggery (brown sugar) 1/2 cup
Salt To taste
Cardamom (Elaichi) powder) According to taste


Directions:
Make a paste with rice flour+bit of salt and sugar, consistency should be that of an idli batter or thicker, not runny as you will be spreading it on the turmeric leaf it should stick to the leaf and not run off. Grease the leaf, I use melted ghee. Mix grated coconut and brown sugar or gur to taste, I like it sweet - this is the filling, you can add sesame, cardamom if you want. Spread the rice paste thinly on the greased leaf, leaving a few cms. on the sides. Put as much filling as you like in the half portion of the paste leaving a few cms. on the sides free. Fold the leaf , then fold/crimp the leaf edges that are open so that it does not leak the contents out. Steam it for a few minutes around 15-25 minutes depending on the thickness of the batter. Voila! You have patholis!

The outer layer of the pattoli is generally made of rice, soaked and ground to a coarse paste. However, using semolina, the process is faster.Instead of turmeric leaves you can use banana leaves or aluminium foils cutting them into around 8" wide .

Obrigado aos blogs India Cuisine e
Vishaal Bhat