Halls Preto
Desço pra almoçar e vou pro boteco mais próximo do edifício comer uma bela picanha com farofa, arroz, feijão, ovo e salada. A batata-frita foi substituída pela salada, afinal, a gente tem que parecer saudável de vez em quando.
Sentado no balcão, fico lendo todos os avisos pendurados nas paredes: água filtrada, não vendemos fiado, embalagem para viagem será cobrado R$ 0,20, proibido fumar.
Cortando mais um pedaço de picanha sinto uma nuvem de cigarro na minha cara. Vem de um cara sentado lá na ponta. Penso: 'porra, a placa de proibido fumar tá na cara dele, mas que merda!". Por mim seria proibido fumar em geral em qualquer lugar. Quer fumar, fuma em casa. Não é assim com as necessidades 1 e 2? Então vamos instituir o número 4 que é fumar.
Ontem, almoçando no Stand Center, aconteceu a mesma coisa: três chineses começaram a fumar na área de não-fumantes.
Por mim, balada tinha que ter fumódromo, como é no IDCH. Rola uma certa intolerância mesmo.
Não há nada pior pra quem não fuma, beijar alguém que fuma, é quase como o café: nem halls preto resolve.


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