água
Uma das lembranças mais antigas que eu tenho é acompanhar meu pai para comprar água na Petrópolis. Eu adorava aquele ambiente cheio de torneiras jorrando água e as pessoas enchendo seus galões. Meu pai também tinha que comprar água com gás - ele adorava - mas também porque o pequeno Luiz só tomava água com gás. Desde pequeno também, eu sempre fui em muitas estâncias hidrominerais: Caxambu, São Lourenço, Poços de Caldas, Águas de São Pedro, Lindóia e Águas de Lindóia. Sempre gostei de experimentar diferentes tipos de água. Até mesmo aquelas sulforosas, com cheiro de ovo podre, eu gosto.
Há cerca de um mês atrás, fui no empório Santa Luzia e comprei uma água italiana que eu nunca tinha visto, Panna. Achei ótima. Semana passada, num encontro de amigos, eu disse que gostaria de ser um sommelier de águas. Quem me conhece, sabe o quanto eu gosto desse líquido. Sou capaz de sorver uma garrafinha em pouco segundos.
No caderno Paladar do Estadão de hoje, tem uma matéria sobre águas gourmet e achei interessante a coincidência. Na matéria, diz que os primeiros registros da Fonte Panna são do século 2.
Fiquei com sede.


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