espera
Tô na Internet Livre do Sesc Santana esperando para entrar na peça Regurgitofagia do Michel Melamed. Já comi uma salada e um sagu. Sozinho.
Tô na Internet Livre do Sesc Santana esperando para entrar na peça Regurgitofagia do Michel Melamed. Já comi uma salada e um sagu. Sozinho.
Posted by
Luiz Pattoli
at
20:32
0
comments
Gostei do visual deles, da música, de tudo. O casal, Dan John Miller e Tracee Mae Miller, tocaram na banda 2 Star Tabernacle, que também contava com Jack White, do White Stripes.
Posted by
Luiz Pattoli
at
13:07
0
comments
Uma das minha memórias mais antigas envolvendo o Juventus foi no dia de fazer minha carteirinha de sócio do clube. Eu devia ter uns 4 anos, e por algum motivo eu estava chorando. Minha foto na carteirinha é engraçada, eu estou com um baita bico de choro. Lembro também de momentos na piscina e de churrascos em família lá no Juventus.
A sede do clube fica um pouco afastada do estádio da Rua Javari - que foi doado pelo Cotonifício Crespi para o clube. Meu avô, pai do meu pai, veio da Itália e foi trabalhar no Crespi (que era como meu pai se referia à empresa). Como funcionário, ele foi morar numa casa emprestada pela empresa, do lado do estádio. Anos mais tarde, toda vez que passávamos de carro na Rua dos Trilhos indo para a casa dos meus tios, meu pai apontava a casa onde ele morava.
Desde criança, nunca fui pressionado a torcer por um time de futebol. Meu pai se dizia palmeirense, mas não era fanático. Quando criança, eu gostava do Corinthians. Anos depois, comecei a gostar do Santos. Na adolescência, eu e meus primos íamos no clube do Juventus. Eu não era mais associado, então, entrava com a carteirinha de um dos meus primos. Era uma aventura. Para entrar na piscina e não ser barrado na catraca do exame-médico, eu me molhava no chuveiro do vestiário e passava direto na catraca. O fiscal, ao me ver molhado, achava que eu já tinha entrado na piscina e não conferia o número da minha matrícula. Foi nessa época que eu comecei a ir nos jogos do Juventus.
Diferentemente dos jogos do Santos, eu ficava tenso, nervoso nos jogos do Moleque Travesso e comecei a ir direto nos jogos. Cheguei a ir algumas vezes com meu primo Vinícius e com o meu pai. Levei vários amigos também. Uma vez, quando eu trabalhava com ele, fômos almoçar na Moóca por algum motivo. E eu levei pra visitar a antiga casa dele, onde ele morava quando criança, que hoje é um alojamento dos jogadores que moram ali. Ele ficou bem emocionado. Quando a gente ia nos jogos, ele ficava inconformado com os meus hábistos durante o jogo de ficar xingando o juiz, o bandeirinha e todo mundo que não usa camisa grená. Mas, depois de um tempo, ele começou a se dizer juventino também.
Ir na Rua Javari, pra mim, é me aproximar da história da minha família. De lembrar de pessoas que não conheci, meu avós, e de lembrar do meu pai. Associo aquele lugar à parte da minha família. Por isso, no jogo de ontem, seria uma grande decepção perder o título. Sim, é só futebol e, pra quem torce pro Juventus, não seria nada demais ficar sem ganhar mais uma vez. Porém, era a chance do time disputar a Copa do Brasil, de aparecer, nem que seja por um curto período, entre times grandes de todo o país. É uma experiência nova.
O gol salvador aos 49 minutos do segundo tempo, causou uma alegria que poucas vezes eu vi por lá. Ver os garotos da torcida chorando, a galera se abraçando e o time sagrando-se campeão deixou marcas até hoje. Ainda me sinto sob efeito da alegria da manhã de ontem. Uma alegria, que só o Juventus, minha família, podia me dar.
Posted by
Luiz Pattoli
at
11:37
1 comments
Um ano. Passou rápido. Há um ano atrás, eu estava indo fazer o curso da ceia italiana que eu ganhei num concurso. No caminho, liguei pra Isabel. Fazia um tempinho que não nos falávamos. A Bel foi uma das primeiras pessoas a me entender, a sacar qual é a minha lógica, o que eu quero pra minha vida e pras pessoas que estão em volta de mim. Depois dela, outras pessoas também entenderam. Mas ela foi uma das primeiras. Além disso, sempre incentivou que eu fosse uma pessoa inconformada com as coisas, um questionador constante da ordem. Nos últimos anos fui perdendo um pouco disso e ela ficou bem decepcionada quando viu isso. No reveillon lá em casa ela ficou o tempo todo me dizendo que eu precisava voltar a ser como eu era antes. Eu não vou voltar a ser como era, mas minha vida mudou bastante neste ano. Voltei a trilhar o caminho da 'não-aceitação', de ficar inconformado. Pra algumas pessoas, isso soa como infantilidade (já ouvi isso recentemente). I don't give a fuck. Chamar alguém de criança, pra mim, é um grande elogio. Afinal, eu admiro a liberdade delas.
Escrevi tudo isso, porque lembrei deste post aqui.
Posted by
Luiz Pattoli
at
13:15
0
comments
Vai chegando o final do ano e minha irritação vai só aumentando. Não gosto dessas declarações de feliz ano-novo, felicidades, declarações de sentimentos em público, tudo isso. Sim, eu sou chato e rabugento com essas coisas.
Posted by
Luiz Pattoli
at
12:39
0
comments
Já existe no mercado um shampoo específico para quem cultiva mullets.
Posted by
Luiz Pattoli
at
21:11
0
comments
Antes que eu me esqueça, vai todo mundo (produtores) se foderem. Quando é que alguém vai se tocar e trazer a melhor banda latina pro Brasil?
Posted by
Luiz Pattoli
at
20:51
1 comments
Em 96 o clipe de 'In the meantime' rolava direto na MTV e a banda chegou a tocar no primeiro Close Up Festival. No meio de um monte de coisas diversas, eles foram mega vaiados. Um ano depois, na facul, conheci o Thiago, que, assim como eu, curtiu pra caramba o show.
Eis a pérola:
Posted by
Luiz Pattoli
at
20:20
0
comments
Mais de 2000 itens do Google Reader lidos. Ufa
Posted by
Luiz Pattoli
at
12:33
0
comments
Era o que faltava!
Quero esta camiseta!
(acabei de ver que o link não remete para a camiseta que eu quero, que é a da caveira com o sabre de luz).
Posted by
Luiz Pattoli
at
13:23
0
comments
Vi hoje no metrô que vão rolar vários shows no Dia da Consciência Negra. Entre eles, do Saian Supa Crew. Morri.
Posted by
Luiz Pattoli
at
10:17
0
comments
Ontem eu tava pensando no Mauro Borges (faz tempo que não o vejo).
Hoje ele me deixou um scrap no Orkut convidando pra inauguração de uma nova balada.
Posted by
Luiz Pattoli
at
15:37
0
comments
Minha vida digital tá meio desorganizada: sem acompanhar o twitter, sem postar aqui, sem postar no CG, no fotolog, e-mails não lidos etc. A única exceção tem sido o Flickr, mas, a Bianca levou minha máquinas pra Buenos Aires e agora só daqui 10 dias eu terei novas fotos. O restante, eu começo a organizar hoje.
Posted by
Luiz Pattoli
at
10:38
0
comments
Talvez eu sofra demais com problemas que eu nunca quis ter, com problemas que eu herdei e que eu sempre achei ruim sofrer por eles. Talvez eu complique demais as coisas na ânsia de não fazer coisas triviais, ordinárias. Pára de complicar, porra!
O título desse post foi um comentário do Danilo refutando a idéia de que é difícil ser Luiz Pattoli. Desde ontem tô pensando nisso.
Posted by
Luiz Pattoli
at
15:21
1 comments
Depois de 2 anos eles estão de volta. O The Eternals tocam hoje na Fiesp.
Simplesmente uma das minhas bandas prediletas.
A agenda de shows completa deles está no www.churrascogrego.com.br
Posted by
Luiz Pattoli
at
12:17
0
comments
Em julho, baixei um disco do Mr. Hudson & The Library. Nunca tinha ouvido falar dessa banda, mas gostei da capa. Difícil definir o som deles, as faixas oscilam entre o pop, rock, folk e uma influência de reggae em algumas canções. Tem uma sonoridade fina, chique. Junto com o Balkan Beat Box, é o melhor disco que eu ouvi em 2007. Não tô falando de faixas, e sim de discos.
Ontem a Bia Agliussi disse que viu um clipe deles. Fui atrás e achei essa apresentação ao vivo deles no programa do Jool Holland tocando 'Too late, too late'. Eu gosto muito do refrão dessa música, acho que combina muito comigo: 'why must I always play the clown?".
Curte aí e sente o baixo:
Posted by
Luiz Pattoli
at
12:11
0
comments
Quem diria, que um dia eu iria citar Tom Jobim e Vinícius de Moraes.
"Tristeza não tem fim
Felicidade sim"
Posted by
Luiz Pattoli
at
09:57
1 comments