Pau nos caretas
Um ano. Passou rápido. Há um ano atrás, eu estava indo fazer o curso da ceia italiana que eu ganhei num concurso. No caminho, liguei pra Isabel. Fazia um tempinho que não nos falávamos. A Bel foi uma das primeiras pessoas a me entender, a sacar qual é a minha lógica, o que eu quero pra minha vida e pras pessoas que estão em volta de mim. Depois dela, outras pessoas também entenderam. Mas ela foi uma das primeiras. Além disso, sempre incentivou que eu fosse uma pessoa inconformada com as coisas, um questionador constante da ordem. Nos últimos anos fui perdendo um pouco disso e ela ficou bem decepcionada quando viu isso. No reveillon lá em casa ela ficou o tempo todo me dizendo que eu precisava voltar a ser como eu era antes. Eu não vou voltar a ser como era, mas minha vida mudou bastante neste ano. Voltei a trilhar o caminho da 'não-aceitação', de ficar inconformado. Pra algumas pessoas, isso soa como infantilidade (já ouvi isso recentemente). I don't give a fuck. Chamar alguém de criança, pra mim, é um grande elogio. Afinal, eu admiro a liberdade delas.
Escrevi tudo isso, porque lembrei deste post aqui.


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