quinta-feira, 28 de junho de 2007

Senso de noção

Hoje de manhã acordei e pensei que tá na hora de rolar uma nova edição da Verdurada.
Chego no trabalho, abro meus e-mails e encontro uma mensagem com o cartaz abaixo:

terça-feira, 26 de junho de 2007

Puta pode

'Adorei' o argumento dos moçoilos cariocas que espancaram uma moça: "pensamos que era uma prostituta". Aaaaaah, então se é puta, pode!

E depois o pai pediu para eles não serem presos com criminosos, afinal, eles "são estudantes universitários com endereço fixo e família". Ah, se fossem pobres então tudo bem, né?

Vá pra puta que pariu toda essa gente.

'There's no-one home to call / You're forgetting who you are'



Pra tentar dar uma animada nessa tarde do caráleo.

segunda-feira, 25 de junho de 2007

Semanário

Se São Paulo tem a rede Friday's, Recife tem a Saturday's.

quarta-feira, 20 de junho de 2007

Revista da MTV

E a revista da MTV voltou a ser vendida em bancas. Pra quem não sabe, desde abril de 2006 a publicação só era vendida por assinatura ou em algumas poucas bancas pelo preço de R$15. Foi essa a tática de marketing da revista para tentar alavancar as vendas e garantir uma receita maior. Mas, nesse mês encontrei a revista nas bancas e resolvi comprar para ver como está. Achei uma bosta. Assim como a Trip, agora a revista tem um tema central e todas as matérias são sobre esse tema. Não vejo problemas em fazer uma revista temática, o problema é que na maioria dos casos, fica uma coisa rasa e babaca. O tema dessa edição é "vizinhos". Aí, tem um monte de fotos de gente que é vizinha (no trabalho, no prédio, na rua etc) com o que cada um acha do outro. Na boa, uma merda.

A entrevista com o Zé Gonzales até que está interessante, é a única coisa que se salva. O resto, nem li.

Ozzy

Puta som!

terça-feira, 19 de junho de 2007

Zombie Nation

Refrão do mês no meu mp3 player:

Fuma pedra, cheira pó,
Bebe até cair.
Depois disso fica pronto
Pra dança do zumbi.
Fuma pedra, cheira pó,
Bebe até cair.
Depois disso fica pronto
Pra dança do zumbi.

Dança do Zumbi - BdR

segunda-feira, 18 de junho de 2007

Doce

Se tem uma coisa que eu não gosto é de nacionalismo cego. Sabe aquelas pessoas que repelem qualquer coisa estrangeira só porque não é do Brasil? Acho esse tipo de atitude uma coisa ridículo. Pois bem, sábado fui no BC One 2007 - pra quem não sabe, foi uma eliminatória da América Latina para o campeonato mundial de break promovido pela Red Bull. A maioria dos competidores, que se enfrentavam em duelos, eram brasileiros. Eis que nas quartas-de-final, um brasileiro enfrenta um mexicano. Adivinha que ganhou, mesmo tendo dançado muito menos? O brasileiro, claro. Dos 3 jurados, dois eram do Brasil e a outra era americana. A platéia, diante da palhaçada, ficou gritando o nome do mexicano - El Gato - até o final da competição. Num desafio de Brasil X Venezuela, também deu Brasil. Mas, o caso do mexicano, foi gritante, ele era realmente muito melhor que o seu adversário. Na final, dois brasileiros, e o vencedor foi o que dançou pior. Na saída, encontro alguns amigos jornalistas e todos são unânimes em dizer que houve marmelada. Red Bull, ano que vem escolham melhores jurados e um apresentador melhor - o desse ano era péssimo - pois esse ano, vocês fizeram o público de banana com a marmelada apresentada.

sexta-feira, 15 de junho de 2007

Ei você, vai...

Puta mala essa Lauryn Hill. Eu curto o Fugees e o disco solo dela, mas, quando ouvi o acústico vi que tinha algo errado: ela mais falou do que cantou no show. Nunca fui muito atento com as notícias sobre ela. Por isso, descobrir que ela é chata bragaray foi uma surpresa. Segundo o post do Paulo Reiners Terron no blog With Lasers a mina demitiu um dos músicos da banda logo que chegou no Brasil. Mandou vir um dos EUA. Quando esse chegou, ela mudou de idéia e voltou atrás. Também pediu para ficar duas horas rodando pela cidade porque queria dormir com o carro em movimento. E, o pior, os músicos da banda só falam com ela por meio de um porta-voz, ninguém fala direto com a diva.

Hoje, li que o show atrasou 1h30, só começou depois de uma tremenda vaia, e a moça ficou miguelando o hit cover Killing Me Softly. Até que a minguada platéia que permanecia no local começou a cantar o refrão da música, até que Ms. Hill e a banda não tivesse outra opção.

Por tudo isso, o troféu "Vai Tomar no Cu" desta semana é para você Lauryn Hill.

quinta-feira, 14 de junho de 2007

Cumm on

Diante da orientação da nossa ilustre ministra do Turismo, quando eu enfrentar uma fila no aeroporto, vou arriar as calças e bater uma. Gostei da idéia, aeroporto tem bastante estímulo visual - aeromoças, por exemplo.

Demorô pro Allan fazer uma charge sobre o assunto.

quarta-feira, 13 de junho de 2007

Robin

Eu entendo que o clube de futebol seja o ganha-pão de qualquer jogador. Mas será que não rola um puta orgulho em defender a seleção do seu país? Acho que não, né? O Robinho preferiu ficar no Real Madrid ao invés de participar da Copa América. Na minha opinião, não deveria ser chamado NUNCA mais.

terça-feira, 12 de junho de 2007

Madame Tutli-Putli

Parece bem triste, mas os efeitos dessa animação são fantásticos. Vai ser lançado no Canadá neste mês. Sabe-se lá quando vem pro Brasil...

NUNCA ESTIVERA TÃO SOZINHA

Nunca estivera tão sozinha
E foi tentar se acompanhar
Indo ao bar de que era três quadras vizinha.

Pediu água com gás, deixou esquentar,
E se esqueceu dos outros lá no canto.
Ninguém lhe ofereceu conversa nem bebida
(As pessoas nunca sabem o que fazer com a nossa solidão).

Para passar o tempo rabiscou em guardanapos
Tudo aquilo de que achava ter certeza
(uma frase em cada um).

Pediu a conta, mas ninguém lhe trouxe.
Levantou-se então, deixando sobre a mesa
A meia dúzia de certezas que tinha,
Levando em suas mãos apenas uma:

"Nunca estive antes tão sozinha."

do meu colega Márvio dos Anjos.

segunda-feira, 11 de junho de 2007

Do tempo do Bob

Se tem algo que eu não sou muito fã, é da cultura reggae. Quando digo 'cultura', falo diretamente da cultura do baseado, do béqui. Nada contra quem fuma a cannabis, que fique bem claro, mas, não sou adepto da tríade: béqui, surf, reggae. Ou, vai me dizer que não é basicamente esse o combo em que o reggae está incluso? O problema é que eu curto reggae - não essa coisa medonha feita pela maioria das bandas brasileiras. E, fica muito difícil pra mim ir num show de reggae, pois, não tenho paciência pra aturar o público. Outra coisa que eu acho é que a força dessa 'cultura do reggae' faz com que muita gente não se interesse pelo gênero - o que é uma bobagem, afinal, em qualquer ritmo há coisas que nos desagradam. O que mais me apaixona no reggae é o fato de ser um ritmo surgido num país pobre e que virou mundial. Pode-se dizer que o rock/blues/jazz também surgiram de músicos negros/pobres. Porém, foram alavancados num país rico (EUA), ao contrário do reggae: que tomou força na Jamaica antes de ser exportado e difundido mundialmente na Inglaterra. Tudo isso para dizer que, finalmente, eu comprei um dvd do Bob Marley.

quarta-feira, 6 de junho de 2007

Uau

Dois anos de vacilo corrigidos hoje.



Só pra constar, esse é o post número 200 desse blog.

Latinidade sueca

E ontem rolou o esperado show do José Gonzales no Sesc Vila Mariana. Auditório lotado, principalmente de figurinhas carimbadas da cena musical paulista: produtores, músicos, jornalistas, dj's, blogueiros, gente da mtv etc. Tudo isso pra ver o show de um sueco, filho de argentinos, tocando violão. O som é daquela cepa de artistas que fazem um som delicado, frágil - não é à toa que ele vai tocar com a Juana Molina no Uruguai. Ouvir essas músicas em casa ou no mp3 player trazem um sossego, um relaxamento muito positivo. Porém, ao vivo, depois de uns 40 minutos fica uma coisa meio entediante. Ainda mais porque José Gonzales, apesar do nome latino, é um sujeito tímido em cima do palco. O estereótipo que temos dos Suecos - frios - caiu como uma luva para ele.

terça-feira, 5 de junho de 2007

Bob Cuspe


Deve ter sido em 1987, por aí, não lembro exatamente. Mas, lembro muito bem que logo que vi o Bob Cuspe estampado na capa de uma revista me identifiquei com aquele personagem. Até então, eu lia revista em quadrinhos e, meus amigos mais velhos eram muito certinhos. Comprei a revista e achei tudo muito estranho. Aquela coisa underground era muito nova e diferente pra mim. Com o tempo, fui descobrindo o que tudo aquilo representava. Poucos anos depois, descobri as bancas de revistas antigas no centro da cidade e fui comprado os números antigos da Chiclete com Banana e da Circo. Meu humor e gosto foi moldado em grande parte pelo conteúdo dessas revistas. Hoje, ao ler na Folha que será relançado um pacote com o best of da Chiclete (leitor antigo pode chamar a revista só pelo primeiro nome), fui tomado por um sentimento de felicidade. Afinal, tudo aquilo que está guardado no fundo do meu armário terá um bom motivo para voltar para as minhas mãos, pois, vou querer reler as antigas. Bob Cuspe é, assim como o Angeli, um punk italianado. E é por isso que eu me identifico tanto com ele. É bom ver que ele está vivo e de volta.

segunda-feira, 4 de junho de 2007

Natural Blues

Oh, lordy, troubles so hard
oh, lordy, troubles so hard
don't nobody know my troubles but god
don't nobody know my troubles but god

went down the hill, the other day
my soul got happy and stayed all day
went down the hill, the other day
my soul got happy and stayed all day

oh, lordy, troubles so hard
oh, lordy, troubles so hard
don't nobody know my troubles but god
don't nobody know my troubles but god

went in the room, didn't stay long
looked on the bed and brother was dead
went in the room, didn't stay long
looked on the bed and brother was dead

Eu gosto do Moby.

sexta-feira, 1 de junho de 2007

papo de boteco

Jogador de futebol que as mulheres gostam, não é bom jogador.

Bellrays

Belo show ontem no Inferno. O vocal soul com a base garageira funciona muito bem ao vivo.