Do tempo do Bob
Se tem algo que eu não sou muito fã, é da cultura reggae. Quando digo 'cultura', falo diretamente da cultura do baseado, do béqui. Nada contra quem fuma a cannabis, que fique bem claro, mas, não sou adepto da tríade: béqui, surf, reggae. Ou, vai me dizer que não é basicamente esse o combo em que o reggae está incluso? O problema é que eu curto reggae - não essa coisa medonha feita pela maioria das bandas brasileiras. E, fica muito difícil pra mim ir num show de reggae, pois, não tenho paciência pra aturar o público. Outra coisa que eu acho é que a força dessa 'cultura do reggae' faz com que muita gente não se interesse pelo gênero - o que é uma bobagem, afinal, em qualquer ritmo há coisas que nos desagradam. O que mais me apaixona no reggae é o fato de ser um ritmo surgido num país pobre e que virou mundial. Pode-se dizer que o rock/blues/jazz também surgiram de músicos negros/pobres. Porém, foram alavancados num país rico (EUA), ao contrário do reggae: que tomou força na Jamaica antes de ser exportado e difundido mundialmente na Inglaterra. Tudo isso para dizer que, finalmente, eu comprei um dvd do Bob Marley.


Nenhum comentário:
Postar um comentário